Pompage – Fisioterapia

Pompage

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FUNÇÃO FASCIAL

As cadeias das fascias são virtuais, existem apenas na teoria fisiológica. Diz respeito apenas a função mecânica. Uma função utiliza diversos órgãos. Esses órgãos encontram-se ligados entre si pelo tecido conjuntivo, das fáscias, das aponeuroses e etc. Um mesmo órgão pode ser utilizado para várias funções; uma mesma fáscia pode ser usada por várias cadeias. A mobilidade das aponeuroses é o agente mecânico da circulação de retorno.

APONEUROSE SUPERFICIAL

É o órgão mecânico principal da coordenação motora. A visão das cadeias fasciais explica com perfeição que as aponeuroses sejam constituídas por camadas de fibras sobrepostas não anastomosadas entre si. É simplesmente porque uma mesma aponeurose particularmente as grandes aponeuroses, fazem parte de várias cadeias igualmente sobrepostas. Em cada nível as fibras são orientadas nos sentidos das solicitações próprias da cadeia a qual pertence. Devem-se considerar as aponeuroses como camadas de faces sobrepostas. Vista desse ângulo, a aponeurose superficial assume uma outra dimensão. Transformam-se numa aponeurose principal, que comandam todas as outras.

Pompages - Fisioterapia

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CADEIA PROFUNDA CÉRVICO-TÓRACO-ABDÔMINO-PÉLVICA

Essa cadeia fascial também é chamada de cadeia dos três diafragmas. A cadeia cérvico-tóraco-abdômino-pélvica é o pilar central da suspensão, ao qual se unem os quatro membros. É a mais sólida e mais volumosa da anatomia. A porção superior suspende o diafragma na base do crânio e na coluna cérvicodorsal alta que comanda os membros superiores; a porção inferior suspende os membros superiores ao diafragma e a coluna lombar. O diafragma é dessa forma, a ligação entre os dois níveis.

Se o diafragma é um conjunto membranoso, provavelmente é por que ele deve adaptar-se aos movimentos do tronco e as deformidades torácicas que esses movimentos acarretam. É o diafragma que se adapta ao tórax e não o tórax que se adapta ao diafragma. O diafragma não é um músculo é um conjunto tendinomuscular constituído por oito músculos digástricos.
A lâmina fibrosa pré-vertebral ocupa um lugar muito importante na evolução escoliótica e na moléstia Scheuermann. Ela se origina no occiptal pela aponeurose cervical profunda. Na região do mediastino é constituído pelo espessamento posterior da fáscia endocárdica. Até D4 ela se encontra colada da coluna, em seguida, separa-se dela para com ela manter contato apenas por meio de pequenos tratos fibrosos ricos em receptores sensitivos. Na região abdominal e pélvica, ela se prolonga até o sacro pelo espessamento da fáscia parietais. Ao longo desse trajeto, ela volta a se colar a coluna lombar e sacra a partir de L1.
Essa lâmina fibrosa pode ser considerada como a “coluna fibrosa”, o pilar central. Em cima, ela se liga ao membro superior até D4 pela aponeurose dos trapézios, em baixo ao membro inferior a partir de L1 pela aponeurose do psoas e a fáscia ilíaca. Ela se separa da coluna vertebral entre D4 e L1, zona de rotação do tronco para permitir a rotação do sistema cruzado. Assim ela forra a coluna óssea em todo o seu comprimento, mas tenciona a zona entre D4 e L1 como a corda de um arco.

PATOLOGIA DA FÁSCIA

São encontradas na fisiologia mecânica do tecido conjuntivo fibroso. É por meio do líquido laculnar que as trocas osmóticas são realizadas é pela circulação da “água livre” e seus feixes conjuntivos que ocorrem as mudanças de densidades do meio interno e as possibilidades de osmose. É em seu líquido laculnar que se inicia a função linfática, o motor dessa circulação laculnar eram antes de qualquer coisa a mobilidades da fáscia, seus “deslizamentos” contínuos sobre os tecidos vizinhos. Em tais condições é fácil entender que toda imobilidade da fáscia todo o bloqueio de sua mobilidade acarreta uma estase líquida.
Muitos problemas dolorosos são decorrentes de tensões anormais que a fáscia suporta. Todo o sistema músculo aponeurótico, todo sistema cápsulo-ligamentar são um imenso receptor sensitivo, o da própriocepção. Como todos os receptores sensitivos, esses milhões de mecanoreceptores tornam-se dolorosos se suas ativações prolongam-se normalmente; trata-se de uma tensão normal e persistente. São raramente dores intensas; em geral são perfeitamente suportáveis, no entanto sua duração sua persistência, suas recidivas freqüentes tornam-se rapidamente intoleráveis. São essas dores de tensão que fazem sucesso da terapia manual e da osteopatia. O médico em geral não tem armas contras elas.
Duas regiões são com freqüência atingida por esse problema e, em geral, apresentam episódios agudos: a coluna dorsal inferior e a coluna cervical.

A patologia mecânica mais importante do tecido conjuntivo fibroso è a artrose pode assumir duas formas: a densificação da calcificação e a degeneração da cartilagem. As duas formas encontram-se com freqüência associadas. Com a fisiologia do tecido conjuntivo é possível perceber que seu sistema colaginoso pode modificar-se ao longo de toda a vida pelas solicitações de tensão que deve suportar. Sob o efeito de tensões repetidas a secreção das moléculas de colágeno pelos fibroblastos acarreta a produção de novas fibras conjuntivas. Essa “densificação do tecido” é acompanhada por uma perda de elasticidade que ela mesma provoca as tensões, portanto, uma nova densificação. O envelhecimento do homem é em grande parte a densificação do seu conjuntivo. Para essa defesa do tecido, a mucina de ligação entre seus feixes fixa sais minerais e pode ir até a calcificação. Na região das inserções musculares, esse fenômeno de densificação e calcificação são quase fisiológicos. Todas as saliências ósseas, espinhas, apófises, tuberosidades etc. São calcificações das inserções tendinosas. Pouco evidentes na criança elas se tornam cada vez mais importantes com a idade.
A cartilagem articular é um conjuntivo especial visto que não tem circulação sanguínea. Apenas a circulação laculnar que a ela chega dos tecidos vizinhos pode assegurar a sua vitalidade. A frouxidão fisiológica permite uma sucessão de descompressões articulares, isto é, descompressões e compressões. Durante a descompressão, o líquido laculnar dos tecidos vizinhos é aspirado, depois é expulso durante as compressões. Infelizmente esse sistema cápsuloligamentar perde a sua elasticidade com a idade e a falta de exercícios do homem moderno faz com que as compressões predominem cada vez mais. A cartilagem encontra-se assim mal nutrida, desidratada e degenera mais rapidamente. É o que consta as radiografias nos pinçamentos articulares.

TRATAMENTO DA FÁSCIA, FISIOLOGIA DAS “POMPAGES”, AÇÃO SOBRE A CIRCULAÇÃO.

O tecido mais importante da circulação laculnar é o conjuntivo. Ele representa mais ou menos 70% do conjunto dos nossos tecidos. Seu líquido laculnar preside praticamente todas as trocas osmóticas. Sua linfa intersticial está na origem de todos os capilares linfáticos. Em fim, é em seus feixes conjuntivos colaginoso que circula a “água livre” que permite as trocas de densidade do líquido laculnar, troca de densidades indispensáveis da osmose celular.
Grande parte do tecido conjuntivo fibroso, a fáscia, é periférica. São duas grandes “combinações” conjuntivas que envolvem todo o nosso corpo: a fáscia superficialis, que forra a pele, a aponeurose superficial, que recobre e divide a nossa musculatura e dá ao nosso corpo sua morfologia. É acima de tudo sobre esse conjunto de tecidos que as pompages circulatórias agem, sobre seus movimentos de deslizamentos que aceleram a circulação laculnar.

AÇÃO SOBRE A MUSCULATURA

Com exceção das contraturas, que são estados passageiros que desaparecem com suas causas, a patologia da musculatura fásica é a fraqueza, que se denomina fadiga, atrofia, paresia ou paralisia. É essa fraqueza que trata-se quando é feita a recuperação funcional. A patologia da musculatura tônica é a retração e o encurtamento.
A musculatura tônica é, antes de mais nada uma musculatura reflexa. Na região dos sarcômeros da fibra muscular a contração ocorre, pela penetração em direção ao centro dos miofilamentos de actina entre os miofilamentos de miosina. Essa tendência é permanente na região da fibra tônica, a retração ocorre por uma penetração permanente dos miofilamentos de actina em direção ao centro. O melhor exemplo disto é a retração muscular das concavidades escolióticas.

Esse fenômeno é relativamente reversível. Um tensionamento passivo do músculo provoca deslizamento dos miofilamentos de actina para fora. Trata-se do visco-elasticidade do músculo. O encurtamento muscular não é decorrente da penetração de miofilamentos de actina na região do sarcômero, mais há um número insuficiente de sarcômeros em série. A função de uma fibra muscular é encurta-se. A possibilidade de cobrir uma maior ou menor amplitude de movimento depende do número de sarcômeros instalados em série, cada um deles tem uma pequena possibilidade invariável de encurtamento. O crescimento em comprimento da fibra muscular ocorre pelo aumento do número desses sarcômeros.
O tratamento desses encurtamentos só é possível nas crianças em crescimento. É o objetivo dos aparelhos ortopédicos: colete de endireitamento e outros que, nas posições de correção, colocam a musculatura e o conjuntivo encurtados sob tensão. Os esforços da vida do dia-a-dia serão realizados com essa tensão mantida.

AÇÃO ARTICULAR

Antes de qualquer coisa o fisioterapeuta luta contra a limitação e a rigidez nessa luta a pompages é de grande ajuda permitindo intervir nos processos de artroses e, sobretudo, na evolução delas. A rigidez tem causas múltiplas, e todas comprometem mais ou menos a frouxidão indispensável aos micromovimentos. As “pompages” articulares no sentido de descompressão têm como objetivo principal à recuperação dessa frouxidão fisiológica permitindo a fisiologia ligamentar. Por outro lado, com o mesmo objetivo, as “pompages” em descompressão podem ser realizadas em todos os planos de movimento; flexão, extensão, abdução, adução, rotação, de acordo com a rigidez a ser combatida.

AÇÃO CALMANTE

Não são utilizadas em dores muito intensas que tem uma origem precisa, decorrentes, por exemplo, de uma perturbação orgânica, é importante essencialmente para dores de tensão que aparecem todo dia se raramente são agudas, rapidamente tornam-se lancinates e mesmo insuportáveis. O conjunto do tecido conjuntivo fibroso – aponeuroses, septos intermusculares, tendões, cápsulas articulares, ligamentos, tratos fibrosos etc… Independente de sua função mecânica é também um imenso receptor dessa grande função sensitiva que é a propriocepção.

TÉCNICAS DAS “POMPAGES”

* Podem ser realizadas com objetivo circulatório. Já que a fáscia assume um lugar importante e, sobre tudo o movimento fascial na circulação dos fluídos. As “pompages” procuram nesse caso, liberar os bloqueios e as estases. Serão exercidas sobre todo segmento, mobilizando a fáscia o mais amplamente possível.

* Podem procurar obter um relaxamento muscular. Nesse caso são realizadas seguindo o sentido das fibras musculares. Trata-se de uma técnica muito eficiente no tratamento das contraturas, dos encurtamentos, das retrações que enfrentamos diariamente.

* Podem ser utilizadas nas regiões das articulações para combater a degeneração cartilaginosa. Nas afecções iniciais, as “pompages” restabelecem o equilíbrio hídrico da cartilagem, ou, ao menos, limita o ressecamento. É realizado no sentido da descompressão articular.

TÉCNICA

A técnica da pompage é realizada em três tempos:
O primeiro tempo é o “tensionamento” do segmento. O terapeuta alonga lenta regular e progressivamente, a fáscia cede. Vai apenas até o limite da elasticidade fisiológica. O primeiro tensionamento parece não ter obtido nada. Pouco a pouco à medida que a fáscia se solta o paciente fica mais confiante, o alongamento se amplifica.
O segundo tempo é o tempo de “manutenção da tensão”. Assumirá formas diferentes, de acordo com objetivo procurado:

* Com um objetivo circulatório para uma pompage fascial, o terapeuta retém a fáscia durante alguns segundos o tempo de sentir sua mão sendo tracionada para o ponto inicial pela elasticidade.

* O tempo principal da pompage é este, de manutenção da tensão. Esses fenômenos lentos, os miofilamentos de actina só podem deslizar lentamente entre os miofilamentos de miosina. É importante que durante essa faze o paciente encontre-se perfeitamente relaxado, que inconscientemente não se oponha a tensão.

* Esse segundo tempo é também o tempo mais importante para as “pompages” articulares a descompressão obtida será mantida de 15 a 20 segundos, necessários para que a cartilagem se impregne com seu líquido nutridor.
Terceiro tempo é o “tempo de retorno”:

* Nas pompages circulatórias esse é o tempo principal. Deve ser o mais lento possível. A fáscia puxa a mão do terapeuta, mas este controla essa tração para obrigá-la a trabalhar, a utilizar todas as suas possibilidades, todo o seu comprimento. São durante esse período que se rompem as barreiras os bloqueios de movimento, as estases.

* No trabalho muscular, esse retorno será bastante lento para não provocar o reflexo contrátil do músculo.

* Nas “pompages” articulares, o terceiro tempo é acessório.

CONCLUSÃO

Neste trabalho observamos que o tecido conjuntivo possui uma grande importância como sustentação das partes moles do corpo, apoiando e dando forma a outros tipos de tecidos, e que os estudos dos diferentes tecidos humanos nos permite a compreensão as anomalias, que podem acarretar muitas doenças ao homem.

Por este motivo devemos ter um amplo conhecimento e domínio de todo o seu funcionamento principalmente em sua histologia para que possamos assim compreender a fisiopatologia
“Pompage é o procedimento de tratamento fascial por excelência. Não é um método, é apenas um meio de trabalho tendo valor no interior de um tratamento bem pensado e coordenado de fisioterapia. Não substitui nada, mas completa tudo.”

FONTE: BIENFAIT, Marcel; Fascias e Pompagens; 2° edição, Summus: Editorial, 1999.

POMPAGE PARA MELHORA DA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES DEPRESSIVOS

Segundo Barros (2006) os transtornos mentais ocasionam: redução da produtividade, conflitos inter-pessoais, aumento do custo de vida. Estima-se que um trabalhador perde, em média, um ano e meio de trabalho durante a vida, devido a doenças provocadas pelo estresse. Segundo a OMS, a condição de saúde não se restringe à ausência de doença e enfermidades, mas compreende um completo bem-estar físico, mental e social. A depressão definida como um estado emocional caracterizado por grande tristeza, sentimento de desvalia e culpa abstenção de contato com outras pessoas e perda de sono, apetite, desejo sexual, interesse e prazer pelas atividades habituais podem ser considerados altamente incapacitante.

Para Barros (2006) a reação do corpo ao estresse psicológico provocado pela depressão, dentre as principais reações biológicas envolve ativação do sistema nervoso simpático e do eixo hipotálamo-pituitária-suprarrenal. Onde as catecolaminas são liberadas dos nervos e da medula suprarrenal ocasionando secreção de corticotropina pela pituitária. A corticotropina causa em seguida liberação de cortisol pelo córtex das glândulas suprarenais. O cortisol em excesso leva a ‘deficiência’ do sistema imunológico, principalmente na diminuição de imununoglobina A, que servem como primeira linha de defesa. Além, de reduzir a função de receptores de serotonina, o hormônio da alegria, e debilitar a função de receptores noradrernérgicos, causando distúrbios cognitivos e emocionais. Logo, percebemos uma íntima relação entre sistema nervoso central e autônomo ao somático, ou seja, entre mente e corpo causando desordens mútuas. Entre outras alterações como aumento das glândulas adrenais, úlceras hemorrágicas, lesões no hipocampo cerebral e anormalidades em outras regiões cerebrais, demonstrados em estudos realizados por Hans Seyle, que comprovadamente se relacionam à depressão.

Ainda segundo Barros (2006) todo processo de estresse influencia o sistema límbico elaborando a vivência emocional e o córtex elaborando a linguagem intelectual, ambos os processos são transformados em uma linguagem orgânica. O estress afeta o equilíbrio diminuindo a capacidade perceptiva devido à redução da concentração.

Conforme Barros (2006) a pompage podem ser usados nestes casos porque a fáscia não é apenas um tecido mecânico de ligação, mas também, um imenso receptor sensitivo porque encerra milhares de tenso-receptores (órgão de golgi e fibras Ib) que reagem à mínima tensão e permitem a propriocepção. Além de sua mobilidade, seus deslizamentos contínuos sobre os tecidos vizinhos contribuem para a circulação lacunar, auxiliando o retorno venoso. Sabe-se também que quando o músculo é sobrecarregado por alguma razão, a fáscia absorve parte dessa carga, pois é submetida a um esforço contínuo e excessivo, tornando-se mais densa, mais curta e perdendo elasticidade e plasticidade, e assim o corpo muda, gradativamente, sua estrutura.

A técnica da pompage é realizada em três tempos. O primeiro tempo é o “tensionamento” do segmento. O terapeuta alonga lento, regular e progressivamente a fáscia até o limite da elasticidade fisiológica. O segundo tempo é o tempo de “manutenção da tensão”, em que o terapeuuta retém a fáscia no limite do seu alongamento fisiológico por 15 a 20 segundos. Sendo o terceiro tempo, o “tempo de retorno” em que se permite a fáscia deslizar lentamente em direção ao seu ponto de origem. Porém, para conseguir o alongamento do tecido fascial o tempo de retorno se faz com apenas 2/3 do tempo de tensionamento, feito inicialmente, e prossegue todas as fases novamente por no mínimo 10 repetições. Tomando sempre o cuidado para que o terapeuta não perca o contato com a pele, não ultrapasse os limites fisiológicos do tecido e realize toda a manobra lenta e progressivamente, acompanhada de um bom padrão da respiração (BARROS, 2006).

Para Barros (2006) a respiração é muito importante se desejamos obter um relaxamento das tensões, privilegiando o tempo ‘expiratório’, pois este favorece o aumento da concentração de gás carbônico no sangue, que diminuirá o tônus muscular. Além, do diafragma ser o centro acumulador de tensão do corpo e estar ligado a todas as cadeias fasciais, promovendo rotação externa nas cinturas durante a inspiração e relaxamento ou até mesmo rotação interna dos membros na expiração forçada, favorecendo o alongamento da fáscia durante a pompage. A pompage é uma técnica de terapia manual advinda da osteopatia, agindo diretamente sobre o tecido conjuntivo (fáscia) produzindo benefícios à circulação, musculatura e articulação, além, do efeito calmante, podendo ser aplicada em pacientes depressivos com objetivo de ampliar a percepção de si mesmo, aumentar a afetividade, promover a melhora da circulação e o relaxamento muscular a fim de auxiliar a produção da emoção do indivíduo e, consequentemente, melhorar sua qualidade de vida.

FONTE: BARROS, Mônica Costa; MORIYA, Suely Maria Satoko Inumaru; Para melhora da qualidade de vida de pacientes depressivos; 12 de dezembro de 2006.

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