Mobilização articular e tração

MOBILIZAÇÃO ARTICULAR E TRAÇÃO

 

ARTROCINEMÁTICA E OSTEOCINEMÁTICA

 

Movimentos artrocinemáticos

Os movimentos artrocinemáticos ocorrem ao longo da amplitude de movimento, geralmente é muito utilizado para restaurar a biomecânica articular normal diminuindo a dor, alongando ou liberando com menos trauma determinadas estruturas. São cinco os movimentos artrocinemáticos: giro, rolamento, tração, compressão e deslizamento (PINTO, 2001).

Rolamento

Durante o rolamento um osso rola sobre o outro com as seguintes características:

  • As superfícies são incongruentes.
  • Novos pontos de uma superfície encontram novos pontos na superfície oposta.
  • Nas articulações com a biomecânica normal o rolamento só ocorre em combinação com os movimentos de deslizamentos e giro, porém quando o rolamento ocorre sozinho causa compressão nas superfícies do lado que o osso esta se movendo, o que pode provocar uma lesão articular, e uma separação no outro lado.
  • A superfície que se move seja ela convexa ou côncava não influencia a direção do movimento ósseo (PINTO, 2001).

Giro

Durante o giro um osso realiza um giro sobre o outro osso com as seguintes características:

  • O osso faz uma rotação sobre um eixo mecânico estacionário.
  • O ponto na superfície que se move faz um círculo na medida em que o osso gira.
  • O giro dificilmente ocorre sozinho, mas geralmente em combinação com o deslizamento (PINTO, 2001).

 

Deslizamento

Durante o deslizamento um osso desliza sobre o outro com as seguintes características:

  • As superfícies articulares são congruentes.
  • O mesmo ponto em uma superfície faz contato com novos pontos na superfície oposta.
  • O deslizamento não ocorre sozinho devido as superfícies articulares não serem totalmente planas, ou seja, completamente congruente.
  • Diferentemente do rolamento, a superfície articular que se move influência a direção do deslizamento, o que é chamado como regra do convexo – côncavo.
  • Quando a superfície articular que se move é convexo o deslizamento ocorre na direção aposta à do movimento angular do osso.
  • Quando a superfície que se move é côncava o deslizamento ocorre na mesma direção do movimento angular do osso (PINTO, 2001).

Regras do côncavo e convexo

Segundo Konin (2006) o segmento ósseo com superfície distal convexa dinâmica se move em superfície côncava estática em direção “oposta” ao sentido do movimento proximal, ao passo que na superfície côncava dinâmica sobre uma superfície convexa estática os movimentos ocorrem em “ambos os lados”.

Obs.: Na ocorrência de distúrbios (sub – luxação) a superfície côncava estática sobre uma convexa se movimentando, o rolamento ocorre no sentido do bloqueio articular, deslizando do lado oposto. Já na convexa estática com uma côncava se movimentando, tanto o deslizamento como o rolamento ocorre do mesmo lado do bloqueio articular.

Compressão

Durante a compressão uma superfície articular se aproxima uma da outra com as seguintes características:

  • A compressão causa diminuição no espaço articular entre as partes ósseas.
  • Ocorre normalmente nos membros inferiores e na coluna durante a sustentação do corpo.
  • Ocorre compressão com a contração muscular gerando estabilidade articular, impedindo lesões articulares.
  • Com a compressão o líquido sinovial move-se para as estruturas articulares avasculares nutrindo-as e lubrificando-as.
  • Cargas excessivas de compressão causam lesões articulares, principalmente na cartilagem articular (PINTO, 2001).

 

Tração

  • Durante o movimento de tração as superfícies articulares afastam-se uma da outra com as seguintes características.
  • Ocorre separação das superfícies articulares quando são puxadas distalmente uma da outra.
  • Pode ocorrer tração no eixo longo do osso resultando em deslizamento caudal.
  • Pode ocorrer tração em ângulo reto onde resulta na separação articular propriamente dita (PINTO, 2001).

 

MOVIMENTOS OSTEOCINEMÁTICOS

Segundo Pinto (2001) os movimentos osteocinemáticos são os movimentos fisiológicos ósseos. Ocorre no plano sagital (movimentos de flexão e extensão), plano horizontal (movimentos de rotação interna e externa), plano frontal (movimentos abdução e adução).

 

BIOMECÂNICA DA CARTILAGEM

A cartilagem articular não apresenta vasos sanguineos, linfáticos nem supremento nervoso. A cartilagem articular é um tecido conjuntivo especializado com grande quantidade de matriz extracelular, onde contém fibras colágenas, proteoglicanas, água, sais inorgânicos, glicoproteínas e lipídios. A proteoglicana é formada por um núcleo protéico central e possui glicosaminoglicanas sulfatadas (GAGs) ligadas a esse núcleo (RENNER, 2005).

 

Para entender a biomecânica da cartilagem é imprescindível entender a composição comportamental das proteoglicanas, que segundo Renner (2005) é fortemente hidrofílica, possui cargas negativas que atraem cátions (como o Na+) onde são osmoticamente ativos sugando grandes quantidades de água e com esta característica contribuem na resistência compressiva da cartilagem que tem a função de absorver o choque bem como a distribuição de cargas.

 

Segundo Renner (2005) a orientação espacial do colágeno associada às propriedades e concentração de suas proteoglicanas tem implicações biomecânicas. Quando não há carga na cartilagem, o fluído preenche a matriz se espalhando através da cartilagem. No entanto, na presença de carga a permeabilidade da cartilagem (através das proteoglicanas) possibilita através de tais fluidos uma resistência de absorção ao choque e ao mesmo tempo um enfraquecimento e redução desta permeabilidade impedindo o controle do fluxo dos fluidos. Estes fluidos retidos nas proteoglicanas absorvem o impacto e em função das forças compressivas fluem para fora (saem da cartilagem para o espaço capsular). Desta forma, a biomecanica da cartilagem através das proteoglicanas bem se compara aos efeitos mecânicos de uma esponja ensopada de água.

 

A importância de se considerar a biomecânica da cartilagem é que segundo Renner (2005) a imobilização provoca alterações funcionais na cartilagem. Outro achado bastante presente é a diminuição no conteúdo de proteoglicana (RENNER, 2005).

 

MOBILIZAÇÃO ARTICULAR

Segundo Resende (2005) a mobilização articular refere-se aos “movimentos acessórios passivos” que compreende no giro, rolamento e deslizamento entre as superfícies articulares que promove a congruência articular, isto diminui o atrito mecânico na articulação melhorando a dor, edema e função do segmento comprometido.

 

Segundo Konin (2006) a mobilização articular por meio do movimento acessório segue a regra do côncavo e convexo.

Resende (2005) ainda diz que a técnica de mobilização articular proposta por Maitland baseia-se em um sistema graduado de avaliação e tratamento, através de movimentos passivos oscilatórios, rítmicos, graduados em quatro níveis que variam de acordo com a amplitude dos movimentos acessórios normalmente presentes nas articulações. Os graus I e II da mobilização de Maitland correspondem à aplicação dos movimentos oscilatórios, com ritmo lento no início da amplitude do movimento acessório da articulação, livre da resistência oferecida pelos tecidos e são indicados nos casos de processos dolorosos articulares. A carga imposta durante a manobra grau III e IV promove a adaptação viscoelástica dos tecidos conectivos, indicada para recuperar os movimentos acessórios quando existir uma restrição a esse mesmo movimento.

Maitland desenvolveu seu método, fundamentando-se na regra côncavo-convexa. Esse princípio aborda a combinação dos movimentos que ocorrem nas articulações sinoviais conforme a sua superfície.A superfície convexa móvel desliza no sentido oposto ao movimento osteocinemático. No caso da articulação talocrural, o tálus é convexo e a tíbia é côncava. Durante o movimento de dorsiflexão do tornozelo, ocorre o deslizamento posterior do tálus em relação à tíbia.A mobilização articular em deslize posterior do tálus, graus III e IV tem como objetivo favorecer o ganho da amplitude do movimento de dorsiflexão que se encontra limitado em diferentes situações como é o caso das entorses laterais do tornozelo (RESENDE, 2005).

Efeitos fisiológicos

Restaurar a biomecânica articular com os efeitos fisiológicos:

  • Movimenta o líquido sinovial levando nutrientes para as partes avasculares da articulação.
  • Mantém a extensibilidade e a força de tensão nos tecidos articulares e periarticulares.
  • Inibe a ação dos nociceptores profundos e superficiais através de estímulos dos mecanoceptores articulares (PINTO, 2001).

Para Barbosa (2008) e Maitland, existem cinco graus para a classificação por suas diferentes formas de aplicação e efeitos fisiológicos:

  • Grau I é caracterizado por micromovimentos no início do arco, tendo como efeito fisiológico a entrada de informações neurológicas através de mecanorreceptores, ativando as comportas medulares.
  • Grau II, movimento grande no meio do arco ativando as comportas medulares, estimulando o retorno venoso e linfático e causando clearance articular.
  • Grau III, movimento por todo arco, causando os mesmos efeitos do grau II acrescido de estresses nos tecidos encurtados por aderências.
  • Grau IV, micromovimentos no final do arco que promovem estresses teciduais capazes de movimentar discretamente tecidos fibróticos. Essas quatro graduações são classificadas como mobilizações articulares.
  • Já o grau V, trata-se da manipulação articular, apresentando movimento minúsculo de alta velocidade no meio do arco, que promove a quebra de aderências, ativa os órgãos tendinosos de Golgi, podendo alterar drasticamente as condições dos tecidos que envolvem a articulação (BARBOSA, 2008)

Logo, a mobilização articular nos graus II e III teria como objetivo direcionar o processo de remodelamento tecidual, reduzindo a proliferação de tecido fibrótico, diminuindo a formação de pontes cruzadas de colágeno e de adesões do tendão aos tecidos que o cercam. Influenciaria também a dinâmica dos fluidos, que ajudaria a reduzir o acúmulo de subprodutos da inflamação, e, assim, modulando o processo de dor (BARBOSA, 2008)

Indicações

  • Hipomobilidade articular causada por processos degenerativos como traumas, microtaumas de repetição, imobilização, maus hábitos posturais, desuso, idade avançada.
  • Dor e espasmo muscular.
  • Processos inflamatórios sem efusão articular.
  • Patologias que causam uma hipomobilidade articular progressiva, como artrite reumatóide (PINTO, 2001).

4.3 Contra – indicações e cuidados

  • Hipermobilidade.
  • Efusão articular: Devido ao acumulo de líquido no interior da cápsula articular (líquido sinovial, sangue, exudado etc.) que já esta distendida, o que provoca a dor devido ao estimulo dos nociceptores, um alongamento ou mobilização articular irá provocar uma maior distensibilidade causando mais dor, porém movimentos delicados oscilatórios podem em alguns casos ajudar a diminuir a dor e o edema articular por melhorar o fluxo de líquido e manter a mobilidade já existente da articulação lesionada.
  • Processos inflamatórios agudos: No processo inflamatório ocorre acúmulo exudato intra-articular causando distensibilidade da cápsula articular, o que promove dor, técnicas de alongamento não são indicadas devido a origem da dor se causada pela resposta do organismo pelo excesso de líquido e espasmo articular, e não devido ao tecido mole estar encurtado. Apesar de muitos fisioterapeutas utilizarem o alongamento para “ganhar arco de movimento” durante a inflamação aguda, esta é contra-indicada por aumentar a dor e o espasmo articular devido à resposta do organismo ao tentar proteger-se do alongamento e também, quando o edema reduzir poderá ocorrer subluxações devido a uma hipermobilidade causada pelo excesso de distensibilidade capsular provocado pela mobilização articular.
  • Devemos ter precauções com doenças ósseas detectadas no RX, fraturas não consolidadas, tecido conectivo recém-formado (processos cirúrgicos), artrite reumatóide e idosos (devido ao enfraquecimento do tecido mole, técnicas de mobilização podem romper algumas estruturas periarticulares causando imobilidade e dor) (PINTO, 2001).

 

TRAÇÃO

A tração é definida como o processo de tracionar um segmento do corpo com o objetivo de separá-lo. Este procedimento pode ser executado mecanicamente, utilizando-se uma máquina de tração ou pode ser feito manualmente (PRENTICE, 2002; OLIVEIRA, 2006).

 

Para Oliveira (2006) a tração pode ser tolerada pelo paciente durante o estágio agudo e tem a vantagem de alargar o espaço discal e possivelmente reduzir a protrusão nuclear diminuindo a pressão no disco.

 

Efeitos da Tração

Segundo Oliveira (2006), o efeito principal da tração é o aumento ou manutenção da densidade do osso. Nos ligamentos encurtados a tração é importante no restabelecimento do comprimento normal, pois, fornece tensão que estimula o ligamento a fazer mudanças adaptativas sobre o comprimento e força. Nos discos a tração tem um bom efeito sobre a dor por aumentar a separação dos corpos vertebrais diminuindo a pressão central no espaço do disco e estimulando o núcleo do disco que volta a posição central, permitem melhor fluxo de sangue no músculo que também ativa os proprioceptores diminuindo a irritação muscular.

 

Indicações conforme Oliveira (2006):

  • Compressão da raiz nervosa
  • Herniação discal
  • Espondilolistese
  • Estreitamento do forame intervertebral
  • Formação de osteófitos
  • Doenças articulares degenerativas
  • Dor subaguda
  • Hipomobilidade articular
  • Dor discogênica
  • Espasmo muscular ou protetor
  • Distensão muscular
  • Contratura de ligamento vertebral ou tecido conjuntivo
  • Melhora do fluxo arterial, venoso e linfático.

Contra-Indicações conforme Oliveira (2006):

  • Entorse ou distensões agudas
  • Inflamação aguda
  • Fraturas
  • Instabilidade articular vertebral
  • Tumores
  • Doenças ósseas
  • Osteoporose
  • Infecções nos ossos ou articulações
  • Condições vasculares
  • Mulheres grávidas
  • Problemas cardíacos ou pulmonares.

 

 

NOÇÕES DE MOBILIZAÇÃO ARTICULAR NO CONCEITO MULLIGAN

 

Abordagem Mulligan de Mobilização da Coluna Vertebral e Membros

Brian Mulligan é um fisioterapeuta inovador e criativo que desenvolveu técnicas de mobilização articular que essencialmente envolvem movimentos acessórios passivos exclusivos e movimentos acessórios passivos combinados com movimentos fisiológicos ativos. Atualmente as técnicas desenvolvidas por Mulligan têm conquistado muitos adeptos fisioterapeutas e a simpatia dos pacientes pela sua eficácia. Mulligan tem duas teorias principais para explicar o sucesso das técnicas espinhais e periféricas:

 

Teoria da Deficiência Posicional

Deficiências posicionais das superfícies articulares, que normalmente são invisíveis ao exame radiológico, podem provocar sintomas e que quando corrigidas provocam uma resposta de melhora curiosamente rápida independentemente do tempo da existência da disfunção (CÊRA).

 

Teoria da Restauração da Memória do Movimento Normal:

Os movimentos constituem-se de uma série de atividades automáticas adquiridas durante o crescimento e desenvolvimento; esses padrões podem ser conscientemente modificados. Dor e disfunção produzem padrões anormais de movimentos que podem ser adquiridos e participar nas ações automáticas. Mulligan prega a idéia de reeducar ações normais com ajuda de deslizamentos acessórios para estimular a recuperação dos movimentos automáticos da vida cotidiana (CÊRA).

Quando a rigidez no fim da amplitude é o principal problema ou o mais importante, pode-se aplicar sobrepressão passiva no final da amplitude ativa sem liberação do deslizamento acessório. Mulligam se refere a essa sobrepressão como a “nata da técnica”. Exercícios, imobilização com esparadrapo, orientação postural e métodos de auto – tratamento do paciente são importante procedimentos auxiliares utilizados por Mulligan (CÊRA).

Conceitos principais

  • MCM – Movimento acessório passivo combinado com movimento fisiológico ativo. Pode também combinar com sobrepressão no final da amplitude (CÊRA).
  • FAD- Fenômeno de Alívio da Dor: Compreendem três técnicas passivas alongamento, deslizamento e compressão respectivamente, e uma executada pelo paciente (CÊRA).
  • Para a mobilização das articulações periféricas duas regras têm que ser seguidas: a regra do côncavo e convexo e a regra do plano articular. Ambas ajudam a decidir a direção da técnica e a aplicação de forma indolor (CÊRA).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARBOSA, RI et al; A influência da mobilização articular nas tendinopatias dos músculos bíceps braquial e supra-espinal; Revista Brasileira de Fisioterapia, vol.12 no.4 São Carlos July/Aug. 2008; Ribeirão Preto (SP), Brasil.

 

CÊRA, Milton; A abordagem Mulligan de Mobilização da Coluna Vertebral e Membros; Fonte: http://www.colunasemdor.com.br/fisioterapia/mulligan.html; Data: 11/01/2011

 

OLIVEIRA, Alessandra F de O; Verificação da eficácia da tração cervical na melhora da funcionalidade em paciente com osteoartrose cervical; Faculdade Assis Gurgacz; 2006 Cascavel.

 

PINTO, Eriane N; Osteocinemática e artrocinemática; 2001 Fonte: www.wgate.com.br/fisioweb

Data: 12/01/2011

 

KONIN, Jeff G; Cinesiologia Prática para Fisioterapeutas; Guanabara Koogan e Editora LAB; 2006, Rio de Janeiro.

 

RESENDE, M A et al; Estudo da confiabilidade da força aplicada durante a mobilização articular ântero-posterior do tornozelo; 2005, São Francisco, Belo Horizonte, MG.

 

RENNER, Adriana F; O efeito de um protocolo de alongamento muscular passivo sobre a cartilagem articular; Dissertação de mestrado, 2005, Universidade federal de São Carlos.

 

Evandro L S de Araujo

Professor de ensino livre, Terapeuta holístico e Fisioterapeuta.

Postado 15/10/2011

evandro_quiro

Fisioterapeuta formado na faculdade unisuam (Centro Universitário Augusto Motta), tendo tambem conhecimentos de técnicas terapeuticas alternativas.
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  1. Tomas says:

    Essa materia he excelente para alunos como tecnicos de fisioterapia, mas acho que irias facilitar mas para as pessoas se coloca-ses uma figura em cada tecnica

    • Tomas says:

      gostaria de ter uma troca de experiencia com tigo sobre o plano de tratamento para casos de AVC em todas fases aguda; sub aguda e cronica. agradeceria muito

    • Pierre says:

      adorei ler essa reportagem pq estou com todos esses sitanmos, e9 uma pena que ne3o tenho condie7f5es de consultar um bom medico, dependo do SUS e ai e9 aquele inferno, consultas marcadas para daqui a 6 meses, e9 uma dor muito forte, que nem me deixa dormir direito dependendo do lado em que fico. mas e9 bom saber informe3e7f5es sobre esse problemaAbrae7os


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