Alongamentos

ALONGAMENTOS

 

ALONGAMENTO MUSCULAR

Segundo Rosário (2008) os exercícios de alongamento têm como principal objetivo proporcionar maior flexibilidade de um músculo aumentando seu comprimento, possibilitando as articulações, se mover em uma determinada amplitude de movimento (ADM).

 

Para Moreno (2006) alongamento muscular é um recurso utilizado tanto em programas de reabilitação, sendo útil na prevenção de lesões e no aumento da flexibilidade.  As fibras muscu­lares são incapazes de alongar-se por si só, sendo necessária uma força externa aplicada ao músculo.

 

Conforme Rosário (2008) na prática clínica, freqüentemente o alongamento estático é o mais utilizado por ser considerado mais seguro, pois uma força relativamente constante é aplicada vagarosa e gradualmente até um ponto tolerado pelo paciente (que representa o ponto de maior comprimento muscular possível, de forma a evitar o reflexo de estiramento) e mantida por um curto período de tempo. Alongamento estático é aquele realizado por uma força passiva, externa ao paciente (por exemplo, um fisioterapeuta), o mesmo pode ser realizado pelo próprio indivíduo, desde que haja relaxamento muscular na posição alongada. O alongamento estático normalmente é utilizado para alongar isoladamente um músculo até um ponto tolerável e sustentar a posição por certo tempo, daí ser considerado segmentar. Por sua vez, o alongamento global alonga vários músculos simultaneamente, pertencentes à mesma cadeia muscular, e parte do pressuposto de que um músculo encurtado cria ‘compensações’ em músculos próximos ou distantes.

 

NEUROFISIOLOGIA DO ALONGAMENTO

As propriedades neurofisiológicas do tecido contráctil estão dependentes do funcionamento do fuso neuromuscular, do órgão tendinoso de Golgi e das fibras neuronais associadas, estruturas envolvidas num complexo processo de inervação recíproca. As propriedades mecânicas do tecido muscular dependem dos sarcómeros e respectivas pontes transversas de atina e miosina. “Quando um músculo é alongado passivamente, o alongamento inicial ocorre no componente elástico em série e a tensão aumenta agudamente”. Após certo ponto, ocorre um comprometimento mecânico as pontes transversas à medida que os filamentos se separam com o deslizamento e ocorre um alongamento brusco nos sarcómeros. Se um músculo é imobilizado na posição alongada por um período prolongado de tempo, o número de sarcómeros em série aumenta, dando origem uma forma mais permanente de alongamento muscular (COELHO, 2007).

 

MÉTODOS DE ALONGAMENTOS

Existem três métodos básicos para alongar os componentes contráteis ou não-contráteis da unidade musculotendínea: alongamento passivo aplicado manualmente ou mecanicamente, inibição ativa e auto-alongamento. O auto-alongamento pode envolver alongamento passivo, inibição ativa ou ambos. Todos os procedimentos de alongamento devem ser precedidos de algum exercício ativo de baixa intensidade ou aquecimento terapêutico para aquecer os tecidos que serão alongados. O tecido cede mais facilmente ao alongamento se o músculo está aquecido quando a força de alongamento é aplicada (KISNER e COLBY, 1998).

 

ALONGAMENTO PASSIVO

Como o próprio nome já diz o alongamento passivo não envolve trabalho por parte do indivíduo, ele relaxa enquanto outra pessoa movimenta o membro em determinada amplitude de movimento (HILLMAN, 2002). O terapeuta aplica uma força externa e controla a direção, velocidade, intensidade e duração do alongamento dos tecidos moles, os quais serão alongados além se seu comprimento de repouso (KISNER e COLBY, 1998). O alongamento passivo leva as estruturas além da amplitude de movimento livre. O paciente deve estar o mais relaxado possível durante o alongamento passivo. A força de alongamento é geralmente aplicada por não menos de segundos, mas preferivelmente por 15 a 30 segundos e repetidos várias vezes em uma sessão de exercícios (KISNER e COLBY, 1998).

 

INIBIÇÃO ATIVA

Inibição ativa refere-se a técnicas na qual paciente relaxa reflexamente o músculo a ser alongado antes da manobra de alongamento. Quando um músculo é inibido (relaxado) ocorre resistência mínima ao alongamento do músculo. As técnicas de inibição ativa relaxam somente as estruturas contráteis dentro do músculo, não os tecidos conectivos. Esse tipo de alongamento é possível somente se o músculo a ser alongado tem inervação normal e está sob controle involuntário. Não pode ser usado em pacientes com fraqueza muscular intensa, espasticidade ou paralisia devido à disfunção neuromuscular (KISNER e COLBY, 1998).

 

AUTO-ALONGAMENTO

O auto-alongamneto ou alongamento ativo é um tipo de exercício de flexibilidade que o paciente realiza sozinho (KISNER e COLBY, 1998). No alongamento ativo, o paciente usa seu próprio corpo para produzir alongamento de determinada área. Por exemplo, alongamento da panturrilha pode ser feito em pé, o peso corporal e a força do indivíduo produzem a amplitude de movimento. Esse grupo muscular se alonga mais facilmente com a técnica ativa que com a passiva (HILLMAN, 2002). O auto-alongamento possibilita aos pacientes manter ou aumentar independentemente a ADM conseguida em sessões de tratamento. Os princípios de intensidade e duração do alongamento que se aplicam ao auto-alongamento são os mesmos usados para o alongamento passivo (KISNER e COLBY, 1998).

 

INDICAÇÕES E METAS DE ALONGAMENTO

Segundo KISNER e COLBY (1998), algumas indicações para a realização de exercícios de alongamento são: quando a ADM está limitada como resultado de contraturas, adesões e formação de tecido cicatricial, levando ao encurtamento de músculos, tecido conectivo e pele; as limitações podem levar as deformidades estruturais e ser prevenidas; quando as contraturas interferem com as atividades funcionais cotidianas ou com a assistência de enfermagem; quando existe fraqueza muscular e retração nos tecidos opostos, os músculos retraídos devem ser alongados antes que os músculos fracos possam ser efetivamente fortalecidos.

 

A meta geral do alongamento é recuperar ou reestabelecer a amplitude de movimento normal das articulações e a mobilidade dos tecidos moles que cercam uma articulação. Já as metas específicas são: prevenir contraturas irreversíveis, aumentar a flexibilidade geral de uma parte do corpo antes de exercícios vigorosos de fortalecimento e evitar ou minimizar o risco de lesões musculotendíneas relacionadas a atividades físicas e esportes específicos (KISNER e COLBY, 1998). O objetivo global com o alongamento não é alongar grupos isolados aos seus limites, mas ao contrário, balancear a flexibilidade na cadeia cinética em relação às outras articulações e grupos musculares (SHANKAR, 2002).

 

PRECAUÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES PARA O ALONGAMENTO

Algumas contra-indicações para a prática de alongamentos são:

Bloqueio ósseo limitando a mobilidade articular;

Inflamação ou infecção nas estruturas envolvidas;

Em caso de dor aguda, cortante, com o movimento articular ou com o alongamento muscular;

Integridade óssea ou vascular comprometida;

Presença de hematomas ou outras indicações de traumatismos teciduais;

Limitação da ADM por alterações, que não sejam por retração muscular;

Quando as contraturas ou tecidos moles encurtados forem à base de habilidades funcionais, particularmente em pacientes com paralisia ou fraqueza muscular intensa (KISNER e COLBY, 1998; ALTER, 1999).

 

Durante a realização dos exercícios de alongamento algumas precauções devem ser tomadas:

Não forçar as articulações além da amplitude normal de movimento;

Estabilizar as fraturas recém consolidadas;

Evitar alongamentos vigorosos após uma imobilização prolongada, devido à perda de tensão sofrida pelos tendões e ligamentos podendo resultar em ruptura;

Ter cuidado com pacientes com osteoporose, repouso prolongado no leito e idade avançada;

Cessar o alongamento na presença de dor acentuada durante sua realização (KISNER e COLBY, 1998).

 

COMPRIMENTO MUSCULAR

O músculo estriado esquelético adapta-se às alterações em seu comprimento por meio da regulação no número de sarcômeros em série, e a manutenção de uma determinada posição é fator determinante na regulação desse número (ROSA, GABAN e PINTO; 2002). Quando os músculos são alongados além do comprimento superior ao normal, ocorre a hipertrofia. Isso acarreta o acréscimo de novos sacômeros nas extremidades das fibras musculares, onde se inserem nos tendões (GUYTON e HALL, 2002).

 

Inversamente, quando o músculo permanece encurtado continuamente, para menos que seu comprimento normal, os sarcômeros, nas extremidades das fibras musculares, desaparece com rapidez aproximadamente igual. É através desses processos que os músculos são remodelados continuamente, para manter o comprimento adequado, para a contração muscular apropriada (GUYTON e HALL, 2002).

 

Quando o músculo é estirado ou encurtado, o sarcômero passa a atingir um comprimento maior ou menor do que o de repouso e, por tanto, há redução na sobreposição entre os filamentos contráteis. O ajuste parece ocorrer para que o comprimento do sarcômero retorne ao seu comprimento funcional (TABARY et al, 1972).

 

Segundo TABARY et al (1972), as modificações no comprimento da fibra muscular provavelmente ocorrem para manter o comprimento fisiológico e funcional do sarcômero. Os tendões são frequentemente tratados como estruturas inextensíveis que transmitem as alterações do comprimento muscular às suas inserções ósseas. Contudo, muitas vezes o tendão se comporta com maior complacência que o próprio músculo, podendo contribuir como armazenador de energia elástica e conseqüentemente, como realinhador durante as atividades motoras cíclicas (DURIGON, 1995).

 

Além da redução no comprimento da fibra e no número de sarcômeros em músculo imobilizado na posição encurtada, estudos também demonstram aumento em sua resistência passiva e isso, provavelmente, é devido à alteração na remodelação no tecido conjuntivo nos músculos mantidos encurtados (ROSA, GABAN e PINTO; 2002).

 

Foi observado aumento na proporção de colágeno, diminuição no conteúdo de glicosaminoglicanas e água da matriz extracelular com conseqüente aproximação de suas fibras, deposição aleatória do colágeno recém-formado e formação de ligações cruzadas anormais entre as mesmas. Todas essas mudanças no tecido conjuntivo parecem ocorrer para proteger o músculo de um alongamento muscular excessivo (ROSA, GABAN e PINTO; 2002).

 

FATORES QUE DEVEM DETERMINAM O ALONGAMENTO

A quantidade e duração da força aplicada e a temperatura do tecido durante a realização do alongamento são os principais fatores que determinam o grau de alongamento elástico e plástico que ocorre com o alongamento do tecido conjuntivo. O alongamento elástico é exacerbado pelo alongamento com muita força e pouca duração, ao passo que o plástico resulta do alongamento de pouca força e longa duração. Numerosos estudos assinalaram a eficácia do alongamento prolongado com níveis baixos a moderada de tensão (ANDREWS, HARRELSON e WILK, 2000)

 

A força, freqüência e a duração do alongamento devem ser especificadas na prescrição de exercícios. Todos estes fatores exercem um papel importante ao se determinar tanto a eficiência do alongamento quanto a tendência à sobrecarga e o potencial de lesões durante o alongamento (SHANKAR, 2002). Ainda não foi determinado um arcabouço temporal preciso para manter um alongamento estático. A força de alongamento é geralmente aplicada por não menos que 6 segundos, mas preferivelmente por 15 a 30 segundos e repetida várias vezes em uma sessão de exercícios (ALTER, 1999).

 

O trabalho de TAYLOR et al (1990) feito com animais sugere que o maior alongamento muscular ocorre durante os primeiros 12 a 18 segundos de um alongamento estático e durante os primeiros quatro alongamentos estáticos de uma série de 10. WALLIN et al (1985) relata que três sessões de alongamento por semana melhoram a flexibilidade, mas ganhos maiores na flexibilidade foram obtidos quando o alongamento foi realizado cinco vezes por semana. Após a flexibilidade ter sido  aumentada por meio de um programa de treinamento, uma sessão de alongamento por semana é suficiente para manter os alongamentos.

 

RECEPTORES SENSORIAIS

Três receptores principais têm implicações para o alongamento e manutenção da amplitude de movimento favorável. Esses receptores são os fusos musculares, os órgãos tendinosos de Golgi (OTGs) e os mecano-receptores articulares (ALTER, 1999).

 

FUSOS MUSCULARES

O fuso muscular é o principal órgão sensitivo do músculo e é composto de fibras intrafusais microscópicas que ficam paralelas à fibra extrafusal. São consideradas unidades contráteis regulares do músculo, o fuso está ligado às fibras extrafusais, assim quando o músculo é alongado ocorre também o alongamento do fuso. O processo de excitação do fuso muscular ocorre quando um estímulo de alongamento é aplicado. O fuso muscular monitora a velocidade e duração do alongamento e detecta as alterações no comprimento do músculo. As fibras do fuso muscular são sensíveis à rapidez com a qual um músculo é alongado (ALTER, 1999).

 

Existem dois tipos de fusos musculares: primários e secundários. Os fusos primários respondem tanto ao grau de alongamento muscular como ao ritmo desse alongamento (resposta dinâmica). Os fusos secundários respondem somente ao grau de alongamento (resposta estática). A resposta dos fusos promove a ativação do reflexo de alongamento e inibição da elaboração de tensão no grupo dos músculos antagonistas (inibição recíproca) (HALL, 2000).

 

O reflexo de alongamento, também conhecido como reflexo miotático é decorrente da ativação dos fusos em um músculo distendido, promovendo uma resposta rápida através de uma transmissão neural, com estimulação dos nervos aferentes que conduzem estímulos dos fusos até a medula espinhal, os nervos eferentes trazem de volta a resposta resultando em elaboração de tensão no músculo. O procedimento para realização de um alongamento muscular consiste, portanto, em minimizar os efeitos dos fusos musculares (ALTER, 1999).

 

ÓRGÃOS TENDINOSOS DE GOLGI

O órgão tendinoso de Golgi (OTG) localiza-se próximo a junção músculotendínea, enrola-se nas extremidades das fibras extrafusais do músculo e é sensível à tensão causada tanto pelo alongamento passivo quando pela contração muscular (ALTER, 1999).

É um mecanismo de proteção que inibe a contração do músculo respondendo através de suas conexões neurais, inibindo a elaboração de tensão no músculo (promovendo relaxamento muscular) e não permitindo a tensão nos músculos antagonistas. Tem um limiar muito baixo de disparo após uma contração muscular ativa e tem um alto limiar de disparo para o alongamento passivo (ALTER, 1999).

 

MECANORRECEPTORES ARTICULARES

Todas as articulações sinoviais do corpo são supridas de quatro variedades de receptores de extremidades nervosas. Esses receptores articulares sentem forças mecânicas nas articulações, tais como pressão de alongamento e distensão. São classificados como tipo I,II,III e IV, de acordo com as características morfológicas e comportamentais. Os mecanorreceptores do tipo I consistem de grupos de corpúsculos globulares encapsuladas e são denominados de Golgi-Mazoni; estão localizados na camada externa da cápsula articular fibrosa, são receptores de limiar baixo e adptação lenta, possuem várias funções como: promoção da sensação cinestesica e postural, facilitação dos tônus muscular, regulação da pressão articular, entre outros. O tipo II é chamado de corpúsculo de Pacine, são representados por corpúsculos maiores, grossamente encapsulados e cônicos. Está localizado na cápsula articular fibrosa, em suas camadas mais profundas e em coxins gordurosos articulares. São conhecidos como mecanorreceptores dinâmicos ou de aceleração, pois possuem limiar baixo e adaptação rápida (ALTER, 1999).

 

Os mecanorreceptores do tipo III são corpúsculos finamente encapsulados, confinados aos ligamentos intrínsecos e extrínsecos de muitas articulações. Chamados de corpúsculo de Ruffine possuem alto limiar que se adaptam lentamente, respondendo somente a altas tensões geradas nos ligamentos articulares, tem como função à monitoração da direção do movimento e inibição reflexa da atividade de alguns músculos. Ao contrário dos mecanorreceptores, o tipo IV ou terminações nervosas livres são desencapsulados. São encontrados nos coxins gordurosos e por toda cápsula articular. Constituem o sistema de receptor de dor dos tecidos articulares. Sob condições normais, esses receptores são inteiramente inativos. Contudo, eles se tornam ativos quando os tecidos articulares que contêm esse tipo de extremidade nervosa são submetidos à acentuada deformação mecânica ou irritação química (ALTER, 1999).

 

 

Referências:

SHANKAR, Kamala; Prescrição de exercícios. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

 

ALTER, M. J. Ciência da Flexibilidade. 2. ed. São Paulo: Artmed, 1999.

 

COELHO, Luís Filipe dos Santos. O treino da flexibilidade muscular e o aumento da amplitude de movimento: uma revisão crítica da literatura. Motri., out. 2007, vol.3, no.4, p.22-37. ISSN 1646-107X.

 

DURIGON, O. Alongamento muscular. Revista Fisioterapia Universidade São Paulo. v.2, n. 2, p. 72 – 78, 1995.

 

HALL. S. J. Biomecânica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

 

GUYTON, A. C.; HALL, J. E.. Tratado de fisiologia Médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

 

WALLIN, D.; EKBLOM, B.; GRAHN, R.; NORDENBORG, T. Improvement of muscle flexibility: a comparison between two techniques. Am JSports Méd, p. 263 – 268, 1985.

 

HILLMAN, S. K., Avaliação, prevenção e tratamento imediato das lesões

espotivas. 1. ed. São Paulo: Manole, 2002.

 

MORENO, Marlene A; Efeito de um programa de alongamento muscular pelo método de Reeducação Postural Global sobre a força muscular respiratória e a mobilidade toracoabdominal de homens jovens sedentários; Trabalho realizado no Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Cardiovascular e de Provas Funcionais da Faculdade de Ciências da Saúde – FACIS – da Universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP – Piracicaba (SP) Brasil, 2006; J Bras Pneumol. 2007.

 

ROSÁRIO, José L P et al; Reeducação postural global e alongamento estático segmentar na melhora da flexibilidade, força muscular e amplitude de movimento: um estudo comparativo; Fisioterapia e Pesquiza; 2008; SP, São Paulo.

 

ROSA, G.; GABAN, G.; PINTO, L.. Adaptações mofofuncionais do músculo estriado esquelético relacionado a postura e o exercício físico. Fisioterapia Brasil, v. 3, n. 2, p. 100 – 107, 2002.

 

SHANKAR, Kamala; Prescrição de exercícios. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

 

TABARY, J.C.; TABARY, C. TARDIEU, G. ; GOLDSPINK, G. . Physiological and structural changes in the cat’s soleus muscle fibres due to immobilization at different lengths by plaster castc. J. Physiol. 1972; 24: 231-244.

 

TAYLOR, D.C.; DALTON, J. D.; SEABER, A. V. ; GARRET, W.E.; Viscoelastic properties of muscle-tendon units: The biomechanical effects of stretching. American Journal of Sports Medicine, 18, p. 300-309, 1999.

 

KISNER, C.; COLBY, L. Exercícios terapêuticos – fundamentos e técnicas. São

Paulo: Manole, 1998.

 

Evandro L S de Araújo

Professor de ensino livre, Terapeuta holístico e Fisioterapeuta.

Postado 15/10/2011

evandro_quiro

Fisioterapeuta formado na faculdade unisuam (Centro Universitário Augusto Motta), tendo tambem conhecimentos de técnicas terapeuticas alternativas.
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